A marca Brooks Brothers lançou uma coleção de vestuário masculino em edição limitada, inspirada no recente filme “O Grande Gatsby”, protagonizado por Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan. A película é baseada no romance do autor americano F. Scott Fitzgerald e passa-se na década de 1920, durante os chamados "anos loucos" após a Primeira Guerra Mundial. Uma época que foi de prosperidade para os Estados Unidos.
A coleção foi criada em colaboração com a vencedora do Oscar para "Melhor Guarda-roupa", Catherine Martin, que analisou os arquivos da Brooks Brothers antes de criar mais de 500 figurinos de época para os personagens masculinos do filme. A coleção Great Gatsby por Brooks Brothers inclui fatos, smokings e uma série de peças individuais, como casacos desportivos e calças, assim como gravatas, suspensórios, sapatos e outros acessórios.












Fotos: ©Warner Brothers (Movie Stills), ©Brooks Brothers Group Inc. (Lookbook)
As carteiras mini são o doce mais cobiçado da Primavera que finalmente deu sinais vida. Para mal dos nossos pecados, a Louis Vuitton, que percebe de carteiras como ninguém, criou pequenas versões dos seus mais icónicos modelos: o Alma BB, o Monceau BB e as clássicas bolsas com o famoso monograma.
No vídeo publicado pela casa francesa, três amigas (Hanneli Mustaparta, Miroslava Duma e Elin Kling) passeiam alegremente por Paris, demonstrando o encanto irresistível de uma carteira clássica em versão mini.
Mini é diferente de clutch. A clutch segura-se com a mão, enfia-se debaixo do braço para libertar movimentos ou transporta-se bem junto ao corpo numa espécie de abraço. A carteira mini é uma peça que sofreu uma redução de escala e que se usa como qualquer outra carteira. E sim, tem mais espaço que uma clutch, o que a torna imediatamente mais prática para o dia-a-dia.
Leva-se pela asa de mão, ao ombro ou a tira-colo. Vai connosco para todo o lado, mantendo os nossos bens essenciais de cada dia sempre por perto. E habituamo-nos e ela de tal forma que deixa de ser um acessório. Torna-se uma fiel amiga, sempre disponível e apetrechada com tudo o que necessitamos para escapar ilesas (e sem nenhum fashion faux pas) aos imprevistos de cada dia.



Fotos: ©Louis Vuitton Malletier SA
A Casa Dior fez uma parceria com o centro comercial Harrods e transformou por completo o famoso espaço comercial londrino. A colaboração a longo prazo entre as duas marcas de luxo inspirou a criação de um mundo mágico que consiste numa exposição, montra e loja pop-up. O evento pretende dar a conhecer o legado Dior aos visitantes, que poderão sentir e tocar o luxo em primeira mão e viajar até um mundo mágico, mesmo que por alguns momentos.
O evento combina a tradição da casa de costura francesa com a tradição britânica da Harrods. Guardas reais surgem ao lado de modelos de pronto a vestir e símbolos tradicionais britânicos, como as cabines telefónicas vermelhas, transformadas pela varinha mágica de Raf Simons e da Dior.
Todo o quarto andar do centro comercial foi totalmente transformado para a exposição. Miniaturas de alta costura foram criadas para mostrar vestidos importantes da marca ao longo da história e algumas das últimas criações de Raf Simons estão também em exibição. Estão também expostas recriações de alguns modelos icónicos de carteiras da marca por alguns artistas britânicos.
O Sr. Dior era um bom gourmet e algumas das suas famosas receitas, publicadas no seu próprio livro de cozinha em 1972, são oferecidas no café da Dior. Pode também desfrutar-se de um chá da tarde com bolinhos tradicionais ingleses decorados no bom espírito Dior.
"Não se trata de uma ferramenta de marketing", referiu Sidney Toledano, diretor executivo da Christian Dior. "É uma transmissão de alta-costura. Os clientes procuram por mais hoje em dia, querem conhecer melhor a história da marca - precisam de compreender mais. A Harrods e a Dior compartilham os mesmos objetivos, o mesmo conceito de luxo e o mesmo nível de serviço. Precisamos de explicar porquê e como fazemos o que fazemos. Quero que as pessoas entendam a paixão, a inovação e o nosso compromisso com a excelência. Quando eu venho para esta sala, vejo que funciona tão bem. O Sr. Dior está a fazer alguma coisa - ele está aqui. "











Fotos: ©Harrods Limited
A recém-casada Anne Hathaway não poderia estar mais feliz, tendo sido recentemente premiada com o Oscar de Melhor Atriz Secundária pelo seu papel no filme "Les Miserables".
Quem não se lembra da jovem atriz no filme "O Diabo veste Prada" ou "O Diário da Princesa"? Um rosto fresco, pele pálida e corpo esguio fazem a combinação perfeita para que seja considerada uma das melhores atrizes mais bem vestidas, tendo já usado de tudo, desde Gucci ou Alexander McQueen até ao seu favorito Valentino.
A actriz começou a assumir um certo papel de fashonista multifacetada. Tomou pequenos riscos ao usar cores estabelecidas como o preto ou o nude, mas deu um passo em frente com cores brilhantes: rosa vivo e amarelo estiveram entre suas últimas escolhas. Maquilhagem natural e linhas direitas que destacam a sua figura são as suas escolhas mais comuns, mas é certo que a atriz ainda será capaz de nos surpreender no futuro.
Anne Hathaway tem o seu próprio estilo pessoal, tente ela algo novo ou não. Com uma figura incrível e um rosto doce que nos lembra o da jovem Audrey Hepburn, não admira que os designers a tenham sempre debaixo de olho.

Photo: ©H.F.P.A.

Photo: ©A.M.P.A.S.

Photo: ©Mireille Ampilhac

Photo: ©A.M.P.A.S.

Photo: ©A.M.P.A.S.

Photo: ©A.M.P.A.S.
Pelo terceiro ano consecutivo, o eBay e o Conselho de Designers de Moda da América criam uma coleção de carteiras que visa a sensibilização do público para a questão dos produtos falsificados. Os danos para a economia e para as próprias marcas a quem é roubada a propriedade intelectual são as principais razões que levam 90 designers de moda a aderir mais uma vez a esta campanha.
You can't Fake Fashion aparece estampado em modelos únicos, criados por nomes como Diane Von Furstenberg, Kate Spade ou Badgley Mischka e podem ser licitados nas páginas do website de leilões mais famoso do mundo, o eBay. Os lucros reverterão inteiramente para o Conselho de Designers de Moda da América.
BCBG Max Azria
Badgley Mischka
Jean Michel Cazabat
Lorraine Schwartz
Diane Von Fürstenberg
Judith Leiber
Kate Spade
Loomstate
Pamella Roland

Tory Burch
Fotos: ©eBay Inc.
"Trust" foi a palavra celebrada na última edição da ModaLisboa, assumindo uma atitude de confiança que parece ser necessária para enfrentar os desafios da atual conjuntura económica.
Durante 3 dias, a capital conheceu as coleções para Outono/Inverno 2013/14 de 18 criadores nacionais e de uma criadora estrangeira, a polaca Monica Ptaszek, que esteve presente no âmbito do protocolo com a Fashion Philosophy / Fashion Week Poland. Paralelamente à passerelle, a moda mexeu com a cidade numa série de eventos abertos ao público, que procuraram explorar as mais variadas vertentes da criatividade. Conferências, exposições e apresentações convidaram Lisboa a refletir sobre a moda e a conhecer novos projetos.
Numa altura em que o medo impera, a 40ª edição da ModaLisboa avançou destemida e procurando, mais uma vez, servir de plataforma para uma indústria que se quer mais forte e mais valorizada. E com confiança.

Aleksandar Protic

Os Burgueses

Saymyname

V!tor

Ricardo Andrez

Marques Almeida

Luis Buchinho

Fotos: ©Movimento Moda / Cartaz: ©ModaLisboa
Em Paris, os grandes criadores e marcas de moda apresentaram as suas coleções de alta costura para a próxima Primavera / Verão 2013 durante uma semana repleta de arte e glamour. Entre estes designers extraordinários houve um que surpreendeu uma vez mais, o libanês Zuhair Murad.
Os seus vestidos não são apenas simples peças de roupa, sãoautênticas obras-primas que fazem as mulheres que os vestem sentir-se como verdadeiras princesas. Rostos conhecidos como Jennifer Lopez, Selena Gomez ou Blake Lively são fieis ao seu trabalho e não é de surpreender que os seus nomes estejam sempre entre as celebridades mais bem vestidas no tapete vermelho.
O ouro foi o tom protagonista nesta última apresentação, sem deixar de lado uma paleta irresistível de suaves tons pastel. Sendo uma presença constante no seu trabalho, os tecidos finos adornados por belas rendas e bordados fizeram a coleção uma vez mais e ainda assim surpreenderam com a sua absoluta beleza e sofisticação. Um verdadeiro momento de entrega.












Fotos: © Zuhair Murad
Na última noite de Domingo, 24 de fevereiro, a 85.ª edição dos Prémios da Academia de Hollywood revelou o que melhor se fez no cinema em 2012 numa cerimónia repleta de estrelas e glamour, realizada no Teatro Dolby, em Hollywood, Califórnia.
O tapete vermelho exibiu, como já vem sendo hábito, as peças de alguns dos mais famosos designers do planeta. Vestidos sem alças em cores pálidas fizeram a noite com Amy Adams em organza cinza pérola por Oscar de la Renta ou Jennifer Laurence num deslumbrante modelo em marfim da Dior, tão volumoso que fez a atriz cair nas escadas quando ia aceitar o Oscar de Melhor Atriz pelo seu papel em "Silver Linings Playbook". Jessica Chastain também usou um vestido sem alças em tons nude de Giorgio Armani, algo evocativo do antigo glamour de Hollywood que parecia ir bem com as imagens de atrizes icónicas como Audrey Hepburn, Grace Kelly ou Bette Davis que decoravam o tapete vermelho.
Para além dos neutros, alguns apontamentos de cor fizeram a sua aparição com Reese Witherspoon em azul cobalto por Louis Vuitton ou Jane Fonda, num arrojado vestido Versage Atelier em amarelo canário. Surgiu também o clássico vermelho com Sally Field ou Jennifer Aniston, ambas em Valentino.
Helen Hunt destacou-se pela declaração ecológica que fez com o seu vestido de seda H&M, criado especialmente para ela pela marca sueca, sob a linha Conscious, mas o momento mais comentado na passadeira vermelha pertenceu certamente a Anne Hathaway. A actriz começou por surpreender com um não planeado vestido Prada e um aparente problema com as costuras na frente tornou-se no tema mais popular da internet. Ainda assim, a atriz que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Secundária pelo filme "Les Miserables" permanecia elegante no seu vestido de seda rosa pálido.
Acima de glórias ou contratempos, uma noite memorável.

Amy Adams (Foto de Todd Wawrychuk/A.M.P.A.S.)

Jennifer Lawrence (Foto de Sarah Wood/A.M.P.A.S.)

Amanda Seyfried and Jessica Chastain (Foto de Matt Brown/A.M.P.A.S.)

Adele (Foto de Richard Harbaugh/A.M.P.A.S.)

Halle Berry (Foto de Sarah Wood/A.M.P.A.S.)

Reese Witherspoon (Foto de Richard Harbaugh/A.M.P.A.S.)

Jane Fonda (Foto de Bryan Crowe/A.M.P.A.S.)

Justin Theroux and Jennifer Aniston (Foto de Bryan Crowe/A.M.P.A.S.)

Charlize Theron (Foto de Bryan Crowe/A.M.P.A.S.)

Jennifer Lawrence and Bradley Cooper (Foto de Matt Brown/A.M.P.A.S.)

Joseph Gordon-Levitt (Foto de Bryan Crowe/A.M.P.A.S.)

Sally Field (Foto de Matt Brown/A.M.P.A.S.)

Hellen Hunt (Foto de Sarah Wood/A.M.P.A.S.)

Anne Hathaway (Foto de Bryan Crowe/A.M.P.A.S.)
Depois do calçado, a Guava aventura-se nos acessórios com uma linha de óculos de sol para a próxima Primavera/Verão de 2013. Numa coleção de 12 peças criadas por Inês Caleiro, directora criativa da marca, a geometria desafia o olhar e convida à experimentação com armações duplas em várias cores e texturas.
As sobreposições em tons sóbrios trazem-nos um estilo contemporâneo e simultaneamente irreverente, ainda que criado sobre modelos clássicos que já conhecemos, como a armação redonda art deco ou os Wayfarer dos anos 80. Com uma especial atenção aos materiais e aos acabamentos, as peças inspiram qualidade e sofisticação, prometendo assumir o protagonismo em qualquer look. Que venha o sol.








Fotos: ©Guava
De alguma forma, a grande maioria das coleções de Alta Costura para a Primavera/Verão de 2013 que Paris viu desfilar na última semana de moda estava impregnada de flores. Flores de todos os feitios e de todos os cheiros. Flores para todos os gostos.
Giambattista Valli não foi exceção. No entanto, a inspiração floral manifestou-se de uma forma bastante subtil na primeira parte do desfile, povoada por pretos de várias densidades. Entre tules, estampados algo animalescos e "tecidos" rendilhados que faziam lembrar as nervuras e os pequenos canais que reticulam as pétalas das flores, surgiam estruturas de volumetrias bem definidas. As silhuetas "sino" reinaram, reivindicando ancas generosas e cinturas estreitas.
De uma forma ou de outra, todos os volumes acabavam por assemelhar-se a flores. As saias rodadas estilo anos 50 faziam lembrar flores mais abertas e maduras. As saias e casacos mais afunilados mimetizavam botões por florir. Os vestidos-capa pendiam para cálices e campânulas selvagens. E, por fim, peplums exagerados e maximizados por caudas frondosas recriavam flores bem abertas, na posse de todo o seu esplendor.
Idos os pretos, Giambattista deliciou a audiência com todo o romance que as flores podem conter. Cada vestido era uma explosão pastel de pétalas sem fim, jóias preciosas, fragmentos de sonho, poemas de amor.
Tudo era leve e suave, como uma brisa de primavera que percorre um jardim espontâneo e arrasta traços do seu perfume delicado. As sedas esvoaçantes, os brilhos dançantes e os acessórios que esculpiam flores em jóias tão fascinates, todos apontavam na direção da frescura e da brandura. Tudo era bucólico e apelava à evasão, ao escape para um jardim idílico povoado por ninfas encantadas e fadas deslumbradas, onde se respirava a beleza mais fina no seu estado mais puro.














Fotos: Giambattista Valli
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